quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Quando me deparo com teus olhos, 
sinto-me cair em um abismo.
Profundo são,
vazios, talvez estão. 
Por mais que sejam de um azul celeste,
com tal e tanto brilho, 
estes me enchem de preces.
Talvez teus olhos sejam fugitivos,
fundos, 
vazios e completamente cheios.
Vivos…
Teu olhos, azul cor-do-céu,
são como o mesmo, á quem se assemelham.
Infinitos!


  G.Schardosim

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